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Informativo da Comunidade Vampírica Brasileira
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Edição número 8 -
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Brasil, Novembro de 2000.

Breve - Dia 19 de novembro a Vampyr Home Page entrará no ar; assim você terá no Grupo MV o seu portal de sobre Vampirismo e Vampiros para toda a eternidade. Aguarde o chamado, ele virá!


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Quem foi o primeiro vampiro da história....? - Colaboração Alex Tosetto

De todas nossas teorias de origem, abaixo está a mais difundida, que é a mais interessante por ter bases completamente religiosas.

Esta teoria diz que Caim, ao matar seu irmão Abel, fora amaldiçoado por Deus, e condenado a caminhar eternamente por sobre a Terra; afirma também que Caim não poderia ser destruído por ninguém, e carregaria um símbolo da imortalidade, revivido mais tarde pelo faraó egípcio Ankh, que usava esse símbolo num cordão. Esse símbolo, depois de Ankh, passou a ser constantemente empregado na literatura egípcia. Caim foi o primeiro Vampiro da humanidade, mas não precisava beber sangue assim como nós, isso veio depois. Em sua solidão, Caim construiu uma cidade, batizada de "A Primeira Grande Cidade", e gerou três progênises, dando parte de seu sangue para eles. Estes vampiros de Segunda geração (Caim foi a primeira) tiveram que beber sangue mortal de tempos em tempos para manter vivo o poder do sangue de Caim. OS três vampiros geraram mais sete vampiros, os de terceira geração, que precisaram beber sangue mortal com mais constância que os de segunda. Caim ordenou a todos que se parassem as procriações, pois realmente acreditava que isso era uma maldição. E assim foi, durante um grande tempo, até que um dia veio o Dilúvio que acabou com grande parte da "Primeira Grande Cidade" e, supõe-se, acabou também com os vampiros de segunda geração, já que não se tem nenhum registro histórico deles a partir desse dia.

Caim, acreditando que esse era um castigo de Deus, abandonou completamente a sociedade mortal, deixando os vampiros da terceira geração entregues à própria sorte. Estes, então, começaram a gerar outros vampiros, que consequentemente geraram outros, mas com mais dificuldade, uma vez que o sangue de Caim ia se afinando conforme as gerações iam passando. Chegou um ponto que o sangue vampírico não substituía mais o sangue mortal, e foi preciso retirar todo o sangue da pessoa que fosse pretendente a maldição, antes de dar-lhe o sangue Bestial. Hoje encontramos vampiros de até décima quinta geração, que por terem o sangue distante demais de Caim não podem passar a maldição adiante.

Esta é uma outra teoria, com uma aceitação mínima, principalmente porque quase ninguém tem conhecimento dela, devido aos seus segredos terem se perdido no tempo.

Essa teoria conta que um rei e uma rainha egípcios, Einkil e Akasha, estudavam aparições de diabretes (Diabrete é o nome dado a almas más que permanecem na terra atentando-nos; no Egito, os egípcios acreditavam que as Diabretes eram almas de homens que foram enterrados sem o ritual de purificação.) em egípcios. Com os estudos, eles chegaram a conclusão que as diabretes entravam nos corpos de mortais apenas para poder fazer coisas que não podiam em seu estado místico, como por exemplo a sensação de tocar, de andar, de fazer sexo, etc... Até que certo dia, num desses estudos, membros da oposição ao rei entraram no quarto onde estavam Einkil, Akasha e algumas pessoas com as diabretes; e esfaquearam os reis, desejando-lhes a morte. As diabretes, aproveitando-se das feridas abertas, entraram nos corpos dos reis, fundindo-se com o sangue, experimentando assim um prazer nunca antes experimentado. As diabretes passaram a viver eternamente no sangue de Einkil e Akasha, concedendo-lhes a vida eterna. Mais tarde, descobrindo isso, a oposição resolveu tentar possuir a vida eterna e aprisionaram os reis para beber-lhes o sangue. Com o tempo descobriram que precisavam retirar todo o sangue mortal de seus corpos antes, e foram Diabretizados também (a Diabrete passou para o seu sangue também). Essa hipótese foi encontrada nos pergaminhos de Tut-Ka-Mon, um sacerdote do faraó Mikerinus. O pergaminho foi encontrado e traduzido para grego por Platão e Herócredes. Daí, a versão em grego foi levada a França e traduzida para o francês por Frances Desailly Marché. Os vampiros egípcios tentaram destruir o segredo da imortalidade, e tiveram êxito. Os segredos morreriam junto com Marché, por volta de 1712, em Londres, quando o mesmo foi encontrado estripado (por causa de um ritual de purificação do sangue egípcio) e sem sangue nenhum no corpo. O crime, na época, fora atribuído a um homem conhecido por Jack, um famoso assassino conhecido pela polícia britânica.

Uma nota interessante que merece ser citada é que nas traduções Egípcio-Grego-Francês, o termo Diabretizar sofreu erros de tradução e foi Traduzido como Diablerizar, ato o qual ficou conhecido como o ato de beber sangue de outro vampiro, ou seja, passar o sangue com Diabrete, traduzido como Diablerie para outro.

Existem também teorias como a da Evolução, que diz que o vampiro é uma raça mutante, evolutiva do Homo Sapiens, classificada como Homo Sapiens Supremus; ou também a teoria de que o vampiro fora criado em laboratórios, em experiências envolvendo homens cobaias e morcegos, que acabou com a fusão de suas moléculas, este foi batizado de Homo Vampiricus.